Marcelo de Oliveira Rocha foi morto ao participar de um ato pró-Lula em Sã

Nesta quarta-feira (28), Kátia Oliveira defendeu mudanças na legislação penal para adolescentes que cometem crimes graves, durante o velório de seu filho, Marcelo de Oliveira Rocha, de 30 anos. O engenheiro ambiental morreu após ser espancado e roubado em Santos (SP), depois de se afastar de participantes de um ato em apoio ao presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT).
Kátia questionou a possibilidade de jovens envolvidos em crimes voltarem às ruas sem antecedentes criminais.
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– Não é possível que um jovem, ano que vem vai estar solto na rua e com a ficha totalmente limpa, isso é inadmissível! – declarou ela em entrevista ao Bacci Notícias.
A Polícia Civil investiga o caso como latrocínio, crime caracterizado por roubo seguido de morte. Segundo a Secretaria da Segurança Pública de São Paulo, cinco adolescentes e dois adultos foram identificados como suspeitos. Dois adolescentes foram apreendidos, e as investigações seguem em andamento.
Marcelo foi agredido na noite da última sexta-feira (23) e sofreu traumatismo craniano grave. Após a confirmação da morte encefálica, no domingo (25), a família autorizou a doação de órgãos, realizada na terça-feira (27). Rins, pâncreas, fígado e córneas foram destinados a quatro pacientes que aguardavam transplantes.
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