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Gato Larry rouba a cena em recepção de premiê britânico a Zelensky para discutir guerra na Ucrânia; VÍDEO e FOTOS

Evando Moreira
Jornalista, fundador, editor, analista político.

Felino da residência oficial do governo britânico apareceu em recepção do premiê Keir Starmer ao presidente ucraniano na segunda (8) para discutir atual estado das negociações pelo fim da guerra na Ucrânia.

No encontro entre o presidente ucraniano, Volodymyr Zelensky, e seus principais aliados europeus na para falar sobre a guerra da Ucrânia segunda-feira (8), um outro personagem roubou a cena: o gato Larry, da residência oficial do governo britânico.

Larry apareceu na porta da residência de Downing Street no momento em que o premiê do Reino Unido, Keir Starmer, recebia Zelensky. Os dois líderes, junto com o presidente da França, Emmanuel Macron, e o chanceler alemão, Friedrich Merz, discutiram sobre como trazer a seu favor as negociações pelo fim do conflito (leia mais abaixo).

A presença do felino pareceu ter sido comentada entre Zelensky e Starmer enquanto eles entravam na residência oficial e rendeu nas redes sociais. Internautas brincaram que Larry “invadiu” a foto entre os líderes de Estado.

“Diplomacia felina”, escreveu o perfil oficial do gato nas redes sociais, em referência ao caráter político da visita.

Gato Larry aparece durante recepção do premiê do Reino Unido, Keir Starmer, ao presidente ucraniano, Volodymyr Zelensky, na residência oficial do governo britânico em 8 de dezembro de 2025. — Foto: REUTERS/Toby Melville/Pool

Gato Larry aparece durante recepção do premiê do Reino Unido, Keir Starmer, ao presidente ucraniano, Volodymyr Zelensky, na residência oficial do governo britânico em 8 de dezembro de 2025. — Foto: REUTERS/Toby Melville/Pool

A certeza é que o flagra gato adicionou um tom de leveza ao encontro entre Zelensky e seus principais aliados europeus, que teve um pano de fundo bem menos alegre.

Durante o encontro, os líderes europeus discutiram sobre como devolver ao presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, uma contraproposta de paz no conflito que não obrigue a Ucrânia a ceder territórios à Rússia —algo que o Kremlin exige para terminar o conflito e que o líder americano acredita ser inevitável.

O gato Larry vive na residência oficial do governo britânico, a casa número 10 de Downing Street, em Londres, desde 2011, quando foi adotado para caçar roedores. Desde então, ele virou o mascote oficial do premiê em exercício. O felino, considerado um funcionário público contratado pelo gabinete do Executivo, é um fenômeno nas redes sociais e tem mais de 860 mil seguidores.

Veja mais fotos da “recepção” de Larry a Zelensky e Macron na segunda-feira:

Gato Larry aparece durante recepção do premiê do Reino Unido, Keir Starmer, ao presidente ucraniano, Volodymyr Zelensky, na residência oficial do governo britânico em 8 de dezembro de 2025. — Foto: REUTERS/Isabel Infantes

Gato Larry aparece durante recepção do premiê do Reino Unido, Keir Starmer, ao presidente ucraniano, Volodymyr Zelensky, na residência oficial do governo britânico em 8 de dezembro de 2025. — Foto: REUTERS/Isabel Infantes

Gato Larry aparece durante recepção do premiê do Reino Unido, Keir Starmer, ao presidente ucraniano, Volodymyr Zelensky, na residência oficial do governo britânico em 8 de dezembro de 2025. — Foto: REUTERS/Hannah McKay

Gato Larry aparece durante recepção do premiê do Reino Unido, Keir Starmer, ao presidente ucraniano, Volodymyr Zelensky, na residência oficial do governo britânico em 8 de dezembro de 2025. — Foto: REUTERS/Hannah McKay

Gato Larry aparece durante recepção do premiê do Reino Unido, Keir Starmer, ao presidente da França, Emmanuel Macron, na residência oficial do governo britânico em 8 de dezembro de 2025. — Foto: REUTERS/Toby Melville/Pool

Gato Larry aparece durante recepção do premiê do Reino Unido, Keir Starmer, ao presidente da França, Emmanuel Macron, na residência oficial do governo britânico em 8 de dezembro de 2025. — Foto: REUTERS/Toby Melville/Pool

Zelensky se recusa a ceder territórios; Trump pressiona

Zelensky reafirmou nesta terça-feira que se recusa a ceder qualquer território à Rússia e que apresentará ao governo dos EUA a nova proposta de paz alterada pelos europeus no encontro na segunda. O novo texto não propõe um consenso sobre a distribuição de territórios.

A posição do líder ucraniano é uma resistência à pressão exercida pelo presidente dos EUA, Donald Trump. Uma fonte europeia informada sobre as negociações de paz afirmou ao jornal americano “Politico” que o governo Trump busca maneiras para fazer com que Zelensky ceda a região de Donbas, no leste do país, para Putin.

“Sem dúvida, a Rússia insiste para que abandonemos territórios. Nós, claramente, não queremos abrir mão de nada. É pelo que estamos lutando. (…) Consideramos ceder algum território? De acordo com a lei, não temos esse direito. Segundo a legislação ucraniana, nossa constituição, o direito internacional e, para ser franco, também não temos direito moral”, disse Zelensky na noite de segunda-feira após encontro com aliados europeus.

Zelensky com seu paletó sem gravata ao lado de Trump — Foto: REUTERS/Jonathan Ernst

Zelensky com seu paletó sem gravata ao lado de Trump — Foto: REUTERS/Jonathan Ernst

O presidente ucraniano se reuniu na manhã de terça-feira com o Papa Leo XIV em Castel Gandolfo, residência papal fora de Roma, e deve ter conversas com a primeira-ministra Giorgia Meloni mais tarde. O Vaticano afirmou que Leo ‘reiterou a necessidade de continuação do diálogo e expressou seu desejo urgente de que as atuais iniciativas diplomáticas conduzam a uma paz justa e duradoura.’

A Santa Sé tem tentado permanecer neutra na guerra, oferecendo solidariedade e assistência ao que chama de povo “martirizado” da Ucrânia. Leo já se encontrou três vezes com Zelensky e conversou por telefone pelo menos uma vez com o presidente russo, Vladimir Putin. O Papa americano pediu um cessar-fogo e instou a Rússia, em particular, a adotar gestos para promover a paz.

Na segunda-feira, Zelensky realizou conversas em Londres com o primeiro-ministro britânico Keir Starmer, o presidente francês Emmanuel Macron e o chanceler alemão Friedrich Merz para fortalecer a posição da Ucrânia em meio à crescente impaciência do presidente dos EUA, Donald Trump.

G1

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