Confronto envolvendo ainda Israel começou no último dia de fevereiro.
Por meio das redes sociais, o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, e o primeiro-ministro do Paquistão, Shehbaz Sharif, anunciaram neste domingo (14) que EUA e Irã anunciaram o fim da guerra após a assinatura de um ‘acordo de paz’.
Isso interrompe imediatamente todas as operações militares em curso dos dois países no Oriente Médio. A assinatura deve ocorrer em Genebra, na Suiça, na próxima sexta-feira (19).
“Com o acordo já em vigor, os mediadores facilitarão uma série de reuniões nesta semana. Essas discussões prévias à implementação estabelecerão as bases para as conversas técnicas e para a cerimônia oficial de assinatura”, escreveu no X (antigo Twitter) Sharif.
O Paquistão vem atuando como mediador-chave do conflito entre EUA e Irã, que começou no fim de fevereiro.

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Na rede social Truth Social, Trump declarou que o acordo “já está concluído”, parabenizou aos envolvidos. Além disso, o presidente dos EUA anunciou a suspensão do bloqueio marítimo imposto pelos estadunidenses ao Irã.
“Autorizo plenamente a abertura livre de pedágio do Estreito de Ormuz e, simultaneamente, autorizo o levantamento imediato do bloqueio naval dos Estados Unidos. Navios do mundo, liguem seus motores. Que o petróleo flua!”, exclamou Trump.
Na televisão estatal iraniana, o vice-ministro das Relações Exteriores do país, Kazem Gharibabadi, pontuou que o acordo com os EUA põe “fim imediato à guerra”.
“Em primeiro lugar, o fim imediato e definitivo da guerra e das operações militares nas diferentes frentes, incluindo o Líbano”, esclareceu.
Com as tratativas em curso, o vice-ministro apontou que a situação abre aminho para que os negociadores cheguem a um acordo final em um prazo de 60 dias.
“As negociações começarão dentro de um prazo de 60 dias com o objetivo de alcançar um acordo final”, afirmou.
Apesar disso, ele foi categórico ao enfatizar que “a desconfiança em relação aos Estados Unidos ainda existe”, e classificou que o Irã saiu vencedor do conflito, que ainda tinha Israel entre os envolvidos, com o país iraniano alcançando “grandes vitórias”.
“O inimigo, que atacou para levar adiante seus desígnios mal-intencionados, viu todos os seus objetivos reduzidos a nada”, destacou Kazem Gharibabadi.
DIÁRIO DO NORDESTE







