A Polícia Federal (PF) deflagrou, nesta quinta-feira (2), a segunda fase da Operação Quadro Negro para aprofundar as investigações sobre um suposto esquema de corrupção e desvio de recursos públicos que teria causado prejuízo estimado em R$ 9,6 milhões à Universidade Federal Fluminense (UFF), em Niterói, no Rio de Janeiro.

De acordo com a PF, a investigação apura a possível atuação de servidores da universidade e representantes de empresas contratadas pela instituição em um esquema que envolveria pagamentos irregulares e a ocultação da destinação de recursos públicos.
Leia também1 RJ: Cristo Redentor é iluminado com as cores da Venezuela
2 Mulher alvo de sanções dos EUA é presa; empresário é procurado
3 Lula: Para 50%, novos casos de corrupção são muito prováveis
4 Presa por matar idosos teria dopado homem que a indicou
5 Aula de Fernando Haddad na Unicamp termina em confusão
Nesta etapa da operação, foi cumprido um mandado de busca e apreensão no município do Rio de Janeiro, por determinação da 2ª Vara Federal de Niterói. Durante as diligências, os policiais federais apreenderam documentos e um disco rígido (HD), que serão analisados no decorrer da investigação.
Segundo a Polícia Federal, o foco desta fase é esclarecer a participação de uma empresa que, em tese, teria assumido a intermediação financeira do esquema após a interrupção dos repasses identificados anteriormente. As investigações apontam indícios de que as supostas irregularidades tenham continuado até o ano de 2019.
Conforme a corporação, os fatos investigados podem configurar, em tese, os crimes de peculato, corrupção ativa, corrupção passiva, lavagem de dinheiro e organização criminosa.
PLENO NEWS








