A empresa cearense produz em média, 1,2 mil toneladas de produtos por mês, entre polpas de fruta, açaí, frutas congeladas e sucos prontos.
Criada em 2008 na cidade de Pereiro, a quase 300 km de distância de Fortaleza, a Nossa Fruta Brasil vem aumentando o portfólio de produtos e os investimentos em armazenagem e distribuição.
Facas japonesas premium com 64% de desconto por tempo limitado
Atualmente, a empresa está ampliando em 500% a capacidade do Centro de Distribuição (CD) no Eusébio, a partir do qual o produto é escoado para a Região Metropolitana de Fortaleza e para o litoral oeste do Ceará.
Em entrevista concedida ao Diário do Nordeste durante a I Feira da Indústria Fiec, Pedro Lima, diretor de operações da Nossa Fruta Brasil, explicou que a estrutura do Centro de Distribuição vai passar de 50 para 300 posições-palete, um aumento de 500%, com a construção de três novas câmaras frias no local.
Já a fábrica de Pereiro, segundo Lima, conta com 2 mil posições-palete (unidade de armazenamento) e outras 600 estão sendo construídas. “Estamos aumentando para melhor atender o nosso cliente e reduzir o nosso custo”, disse.
Fique por dentro das últimas notícias do Ceará, Brasil e mundo.
O diretor também destacou o investimento em frota refrigerada própria, como carreta refrigerada e cavalo mecânico, para compensar dificuldades para a contratação do serviço de frete.
Além disso, Lima aponta que a empresa realiza investimentos fabris constantes, uma demanda da indústria de congelados. No passado, por exemplo, a fábrica de Pereiro ganhou uma nova planta para a produção de sucos.
Facas japonesas premium com 64% de desconto por tempo limitado
Para 2026, a Nossa Fruta Brasil investiu cerca de R$ 1 milhão na construção de um novo túnel de congelamento. “Ele vai trazer um ganho de capacidade produtiva de uns 35% a 40% para o nosso negócio”, afirma.
Veja também
Marquise promete finalizar obras do lote 5 da Transnordestina até junho deste ano
Indústria de biscoitos de Caucaia projeta investir R$ 2 milhões após crescer 49% em 2025
Produção anual e projeção de crescimento
Após iniciar no mercado cearense pelo interior do Estado, a Nossa Fruta Brasil — que antes se chamava Brasil Polpas — chegou à Capital em 2017. Hoje, o principal mercado da empresa é a Região Metropolitana de Fortaleza.
Os produtos, porém, chegam a outros cinco estados: Maranhão, Piauí, Rio Grande do Norte, Pernambuco e Alagoas.
“Essa é nossa área de atuação, mas o Ceará e o Rio Grande do Norte são os mais representativos dentro do nosso negócio”, explicou o diretor de operações.
Para atender a esse mercado, a Nossa Fruta Brasil produz, em média, 1,2 mil toneladas por mês. Ao ano, o volume se aproxima de 15 mil toneladas de produtos. Para 2026, a projeção é alcançar um crescimento de 22%.
Só as polpas de fruta, carro-chefe da Nossa Fruta Brasil, são responsáveis por uma produção mensal de aproximadamente 800 toneladas.
Para além delas, o mix de produtos da empresa conta com sucos integrais, creme de açaí e frutas in natura congeladas.
Há, ainda, a marca Môa, que foca em produtos mais acessíveis e também traz uma linha de açaí cremoso, sucos prontos e frutas congeladas. Outro item é a batata pré-frita congelada, que a empresa importa e distribui para o mercado nordestino.
Veja também
‘Ceará está na briga’ por novo polo industrial da Cimed no Nordeste, diz CEO da farmacêutica
Aço Cearense fatura abaixo do esperado, mas mira novos produtos para alavancar as vendas
O nome da marca mais nova do grupo refere-se a Moacir, “o primeiro brasileiro miscigenado” da história de José de Alencar, filho da indígena Iracema e do português Martim.

Perca 25 kg em 30 dias com a fórmula que ignora dietas
“Também é o nome do meu avô. A Nossa Fruta é uma empresa familiar, quem toca esse nosso negócio é a minha mãe e o meu tio-avô, então tem muito essa relação com o meu avô, seu Moacir. Ele é uma inspiração para nós”, acrescenta Pedro Lima.
Feira da Indústria
Com o tema “A indústria conectada ao seu dia a dia”, a I Feira da Indústria da Fiec teve início nesta segunda-feira (9) e seguiu até esta terça-feira (10).
O evento conta com a participação de indústrias dos 39 sindicatos associados à Federação e tem a expectativa de atrair 80 mil pessoas, incluindo lideranças industriais, empresários, estudantes e representantes do poder público, entre outros.
DI´RIO DO NORDESTE








